*Colaboração de Leon Medrado
Rota 69 – Entrevista
Querido Casal Danny e Leon, A Rota 69, orgulhosamente, apresenta um projeto que aproximará casais liberais do Brasil inteiro. Estamos felizes em contar com a participação de vocês. Por meio desta entrevista, vamos divulgar dicas e informações do mundo swing, contribuindo para o crescimento saudável desta deliciosa prática. Agradecemos de coração o tempo despendido para responder nossa entrevista. As respostas serão publicadas no site ao longo do ano de 2005. Ao ter sua entrevista publicada, o casal receberá da Rota69 um mês de Associação grátis.
Atenciosamente, Débora Kerr
- Nick do casal: Delicia
- Código: 290
- Cidade/UF: Goiânia – Goiás (editado para proteção do casal)
Se vocês se consideram um casal liberal (ou seja, um casal adepto ao swing), por gentileza, respondam as perguntas abaixo:
1 – Falem um pouco do perfil do casal: idades, profissão, se são casados, namorados ou apenas amigos, há quanto tempo estão juntos, em que cidade vivem e quais os hobbys de cada um (além de sexo, é claro).
Leon: Já passei dos 50. Atuo na área de comunicação e de consultoria empresarial. Somos casados pelo tempo, pois estamos juntos há mais de 20 anos. Tivemos cada um outro casamento frustrado antes, e essa experiência ajudou muito para sabermos levar nosso relacionamento em harmonia.
Danny – Nenhuma mulher gosta de declarar a idade, mas posso afirmar que estou relutando para entrar na casa dos quarenta anos. Tento me mater como se não fosse chegar lá. Também sou consultora, e presto assessoria para empresas. Vivemos juntos há mais de duas décadas, mas é como se ainda estivéssemos namorando. A cada dia me sinto mais apaixonada. Eu procuro seduzir também para manter essa chama acessa. Vivemos em Goiânia, Goiás há uma década. Aqui existe um enorme campo de trabalho para nossa atividade.
2 – Descrevam quais são suas expectativas no swing?
Danny – O Leon é que foi swinger em outros relacionamentos e sempre tratou desse assunto com familiaridade. A nossa sinceridade e a cumplicidade no relacionamento ajudou para que eu pudesse entender melhor como funciona. Hoje aceito muito bem, mas não é fácil encontrar casais com os quais a gente se sinta plenamente segura. A idéia de participar do Rota 69 foi uma forma de conseguir manter contato com pessoas bem resolvidas e confiáveis.
3 – Como surgiu a idéia de participarem deste estilo de vida?
Leon – Eu tive amigos swingers desde a década de 70. Na época, a gente compartilhava com os amigos e as namoradas, momentos de amizade e cumplicidade nos acampamentos de praia, nos sítios e nas viagens em grupo. Nossa geração era muito liberal e as coisas aconteciam naturalmente. A gente fazia trocas entre os pares por diversão e por amizade. Depois que me casei, minha primeira mulher não quis praticar o swing e fiquei muito tempo distante. Nos separamos alguns anos depois porque nossa vida profissional seguia rumos opostos e voltei a reencontrar alguns amigos swingers. Na época tive uma namorada que era muito animada e participava sem problemas. Depois fui aos Estados Unidos e Europa, e resolvi viver fora do Brasil. Eu fiquei muito tempo lá fora. Quando voltei, estava casado com a Danny, com filhos pequenos e não tínhamos tempo nem atenção para o swing. Na época também estávamos desarticulados do movimento swing.
No início dos anos 90, não havia internet, eu retomei contato por carta com alguns casais que se anunciavam em revistas e travei novas amizades. Mas a Danny não estava segura se queria, e por isso, eu só mantinha contato, trocava cartas, fotos, cheguei a me encontrar com muitos casais apenas para conversar e fazer amizade. Sempre achei o swing uma prática sadia quando feita com respeito e consciência. A gente aprende a separar o sexo com amor do prazer exclusivamente sexual. Por força do meu trabalho, viajo muito e tenho facilidade de encontrar muita gente. Mas os swingers em geral desconfiam de homens solteiros e por isso, ficava difícil conhecer pessoas novas. Na verdade, eu gosto muito de conversar com as pessoas e aprendo muito com elas. Mas sem a Danny eu não queria fazer nada para que ela não se sentisse excluída.
4 – Descrevam as facilidades e as dificuldades para ingressar no mundo swing.
Leon – Nos grandes centros, sempre foi mais fácil. Você está diluído na multidão. Mas no interior, fica muito mais difícil, porque as pessoas no geral são muito preconceituosas e a gente tem que ser muito discreto. Qualquer exposição pode prejudicar sua carreira e seu trabalho. Com a Internet e depois com os grupos se organizando, ficou mais fácil. Lembro-me do Richard e da Suellen que começaram a organizar grupos em 93, quando a Internet ainda não existia. Era tudo por carta e telefone. Na época estávamos mudando para o interior do Brasil e com isso ficou muito mais difícil de rever os conhecidos. Viagens longas para os dois juntos eram complicadas, pois um de nós tinha sempre que ficar com os filhos. E aqui era difícil encontrar pessoas.
Danny – Eu tenho meu tempo muito tomado com filhos, trabalho, viagens de negócio, congressos. O Leon é que arranja tempo para manter os contatos e ele vai me atualizando quando a gente consegue parar. Só com a Internet depois de 97 começamos a encontrar pessoas aqui na nossa região.
5 – Onde foi a primeira experiência? Como foram os primeiros contatos?
Leon – Já faz tanto tempo que contar isso vai depor contra a minha imagem (risos). Eu tive minha primeira experiência em swing no início dos anos 70. Eu era jovem e tinha um grupo de amigos muito liberais. Fomos acampar com nossas namoradas num sítio no interior do Estado do Rio e no segundo dia já estávamos todos compartilhando quase tudo. Mas a turma era bem amiga e as coisas rolavam sem dificuldade. Aos poucos fomos nos habituando e outros casais acabaram aumentando a turma. Mas a vida acabou separando as pessoas.
Danny – Eu comecei meu aprendizado sexual na adolescência, entre primas e primos. A gente vivia sempre junto, na casa de minha tia, minha família é grande e isso facilitava as coisas. Nosso aprendizado sexual era totalmente liberal e aprendi a praticar sexo com minhas primas e primos sem nenhum tipo de preconceito. Minhas primas me iniciaram sexualmente. Depois tive relacionamento monogâmico com namorados e só anos depois, eu fui tomar contato com o swing porque o Leon me mostrava as revistas com as reportagens. No início eu mantive uma posição de cautela, pois já era uma época de grande expansão da AIDS. Mas com o tempo fui conhecendo mais do assunto e comecei a despertar uma certa curiosidade. Acho que percebia uma certa vontade no Leon e isso me deixava mais interessada para satisfazer a minha curiosidade.
6 – Como conseguiram quebrar o “gelo” e a timidez?
Danny – Nossos primeiros encontros com casais não resultaram em nada, além de conversas muito formais. As pessoas ficam sem jeito de falar abertamente. Sempre marcamos em bares e restaurantes. Muitos estão apenas curiosos, mas ainda não se decidiram. E a questão da química é essencial. Como já somos maduros, não somos jovenzinhos sarados, fica então mais complicado. Aqui na nossa região é muito difícil achar pessoas que se harmonizem conosco. Achamos também que a nossa idade também dificulta.
Leon – Também deve ser dito que como a nossa profissão nos coloca em contato com empresários o tempo todo, numa posição de orientadores, consultores, nosso cuidado tem que ser redobrado na preparação de um encontro. Uma exposição indevida pode complicar tudo na nossa atividade profissional. E a maior parte dos casais que estão ativos no swing está na faixa dos 25 a 35 anos. Eles naturalmente procuram mais por casais também jovens.
7 – Qual foi a sensação no primeiro envolvimento com outro casal?
Leon – As mulheres sempre ficam fascinadas com a Danny, ou porque ela é muito bonita, ou porque ela desperta mesmo um desejo sensual nas mulheres. Os homens nem se fala. Eles ficam muito animados e eu fico tentando manter o clima descontraído de todos. Mas percebo que as mulheres sentem o entusiasmo dos parceiros pela Danny e se retraem um pouco. A mulher é mais preocupada com uma comparação com a outra do que com o novo parceiro pois para elas ele é apenas uma companhia passageira. Como sou um coroa com um considerável DNA (Data de Nascimento Avançada), ou as pessoas estão à vontade para curtir a intimidade sem preconceito, ou então a coisa fica morna. Por isso que participar de uma festa pode ser mais proveitoso, porque as pessoas acabam sendo ajudadas pelo clima de descontração. Mas aqui não tem disso, festas eu não conheço ou não sabemos.
Danny – Muitas vezes percebo que a mulher não está à vontade porque o marido dela está muito animado. A coisa começa a ficar tensa e eu esfrio. Não é legal.
Leon – Demorou muito para conhecer um casal que combinasse em quase tudo, que gostava de nos receber em seu sítio, e foi numa dessas visitas, num final de semana que rolou um primeiro swing dentro da sauna. Foi muito bom e estávamos os quatro juntos no mesmo ambiente.
8 – Pintou ou ainda pinta ciúmes? Em quais situações? Como fazem para driblar esse monstrinho verde? (se ele existir é claro).
Leon – Não somos necessariamente ciumentos. Não estamos nessa para encontrar almas gêmeas ou paixões. São momentos de prazer com pessoas que compartilham a mesmas vontades com liberdade.
Danny – Eu não sou ciumenta, mas não me sinto bem quando percebo que as pessoas não conseguem manter um nível de atitude elegante, respeitadora. Como percebo a insegurança de algumas mulheres com seus parceiros acabo ficando mais fechada e distante e isso esfria o encontro. O desejo e o tesão descontraídos tem que ser compartilhado por todos senão fica ruim.
Leon – A gente se costumou a fazer sexo de um jeito tão descontraído, sem muitos fetiches e taras, gostamos de sexo de uma forma sadia, sem barreiras, e às vezes as pessoas buscam o swing para dar vazão em taras e vontades ainda mal resolvidas. Perceber isso deixa a gente meio sem jeito. Além do mais, devido à nossa cautela em marcar encontros, levamos tanto tempo trocando informações, combinando detalhes, para ter condições de confiar para encontrar com os casais que alguns desistem no caminho. Faz parte do processo.
9 – Já passaram por alguma situação engraçada ou embaraçosa? Contem-nos.
Leon – Há muito tempo, no Rio de Janeiro, fui numa festinha na casa de um casal amigo e encontrei lá outro casal que me apresentaram. Mas eu já conhecia a mulher, que havia sido casada com outro swinger e já havia saído comigo e uma antiga namorada minha. Fingi que estava conhecendo pela primeira vez para não expor ninguém.
Danny – Temos um grupo de casais amigos e de vez em quando vamos no nosso sítio, todos juntos. Uma das mulheres sempre dá um jeito de se despir, de tomar banho ou ficar sem roupa na minha frente, e eu desconfio que ela tem desejo de ficar comigo. Mas os outros casais não dão chance de ficarmos sozinhas e a coisa fica apenas latente. Não podemos dar na vista. Mas noto que ela tem curiosidade.
10 – Qual a preferência atual do casal no swing?
Danny – Eu atualmente ando mais interessada em mulher do que em homem. Gosto muito de homem. Entendo-me muito bem com o Leon na cama, mas ultimamente sinto uma enorme excitação de ter intimidade sexual com outra mulher. As mulheres estão muito mais sensuais e disponíveis hoje. Também acho que é saudade do tempo de iniciação sexual com as primas.
Leon – Achamos que as coisas devem fluir normalmente. Buscamos sempre um casal, mas se uma mulher se interessar por um ménage conosco, tudo bem. Eu não sei se ainda estou com energia para duas mulheres de uma vez, mas a gente só sabe na hora. Às vezes acontece e é muito bom.
Eu acho também que o que der para dar prazer é lucro, o importante é o clima sensual de um encontro desse tipo. Faz muito bem e anima a relação. A Danny está sempre me pedindo um encontro assim com mais uma mulher. Estou em falta com ela. (risos)
11 – O que vocês gostariam de fazer que ainda não fizeram?
Danny – Conseguir fazer uma viagem só os dois, para desfrutar de momentos muito sensuais em lugares como a Grécia ou o Caribe. Se pudermos fazer tudo com alguns casais de amigos vai ser ótimo. Estamos preparando essa oportunidade já faz algum tempo. A nossa atividade profissional muito intensa tem atrapalhado um pouco.
Leon – Quem sabe tudo isso pode começar numa festa no Rota 69 em 2005? (obs: Isso foi a resposta na época, depois realizamos esse sonho).
12 – Quem dos dois é o mais “safadinho” e começa as brincadeiras?
Danny – O Leon é mais safado, mais provocador. Ele é mais libidinoso. Está sempre falando sobre sexo e brincando com isso. Mas eu gosto e acabo animada por ele.
Leon – Uma coisa que eu gosto é que basta provocar a Danny e ela fica logo animada. Está quase sempre interessada. Sexo para ela sempre vai bem. Sei que ela pega fogo fácil e só não é mais animada para não me deixar sem jeito. Ela disfarça bem, mas é muito taradinha e basta encostar que ela geme. (risos)
13- Costumam, quando estão sozinhos, incluir fantasias na relação? Descrevam uma das fantasias de cada um.
Danny – O Leon conta umas estórias excitantes. Eu fico logo imaginando como seria aquilo e a coisa anima. Eu às vezes imagino ir a uma boate sem calcinha e uma mulher fica excitada e passa a mão por baixo da minha saia. Só de imaginar fico muito animada. Aqui ainda não aconteceu mas espero que ocorra.
Leon – Eu mantenho contato meio regular com muitos casais. Alguns me relatam suas aventuras e eu conto para a Danny. Também é bem comum eu ter sonhos durante a noite e no dia seguinte me lembro e conto as situações. Acabamos excitados. Mas eu dou destaque para a parte onde as mulheres ficam com a Danny. Percebo que isso a excita muito.
Danny – O Leon tem tempo para falar com casais que lhe contam as aventuras e ele me conta ou escreve uma estória. Fico contagiada com a excitação dele. Nos últimos anos o Leon comprou alguns vibradores e às vezes nos divertimos com eles.
14 – O relacionamento do casal mudou muito depois de se tornarem liberais? Em que sentido?
Danny – O nosso relacionamento sempre foi bom e salvo alguns períodos de crise nacional, foi ganhando cada vez mais cumplicidade. Sempre fomos liberais e cada vez mais.
Leon – No início, bem no início, eu poupava a Danny de certas aberturas, pois sabia que ela teria que se acostumar com meu jeito liberal aos poucos. Mas sempre tivemos muita intimidade e praticamos sexo com o máximo de intensidade que pudemos. Começamos a falar mais sobre o swing depois que retomei contatos com casais liberais de todo o Brasil.
15 – Costumam “teclar” via internet com outros casais? Em quais sites? Quais assuntos são mais frequentes?
Danny – Eu não teclo quase nunca. Raramente tenho tempo para teclar. Às vezes escrevo em resposta quando me dirigem diretamente a palavra. Mas prefiro que seja o Leon a responder. Ele sabe tudo de todos, lembra dos detalhes e acompanha a vida de um monte de gente. Eu cuido de casa, da família, do trabalho, e ainda tenho que cuidar do Leon. (risos)
Leon – Tem gente que acha que ser swinger é ficar achando pares para transar toda hora como coelhos. Não é assim. Na maior parte dos casos não rola sexo. O mais gostoso é alimentar as amizades que se vão formando com a troca de informações, a intimidade de falar de coisas muito especiais com pessoas que partilham com a gente, as suas fantasias, as suas aventuras, as suas fotos, ou seja, ficam de fato íntimas de um jeito diferente. Tem gente que se diz amiga de outras e nem sabemos se o casal se entende bem na cama. Eu gosto de conhecer gente e de interagir. Se rolar sexo, melhor ainda.
Frequentei casas de swing para conhecer, sempre gostei de ambiente liberal, e entro em muitos sites sobre sexo e já cheguei a ser constante, hoje já não tenho tanta disponibilidade.
16 – O que vocês poderiam aconselhar aos principiantes?
Leon – Conhecer gente de verdade, trocar informações, com o cuidado de não embarcar em qualquer aventura, selecionar com calma os casais que vai manter contato, e deixar que os mais experientes expliquem como a coisa acontece. Também conversar muito abertamente entre o próprio casal para evitar desentendimentos. Aos poucos vai pintando mais segurança e a coisa acontece sem traumas. Grupos como o Rota 69 são ideais para iniciantes.
Danny – E acho importante nunca deixar de exigir respeito e impor limites, sempre com os cuidados fundamentais para a saúde.
17 – O que falta no swing hoje?
Danny – O problema é a sociedade. As pessoas ainda têm muito preconceito, a sociedade é muito discriminatória e a atividade do swing é vista como uma coisa horrível. Mas em contradição, ter amantes e trair os seus cônjuges parece normal para eles. Não dá para entender.
Leon – Para mim falta-me remoçar uns 25 anos para começar tudo de novo. Já estou quase me aposentando e ainda tenho vontade de voltar a fazer tudo de novo. (risos).
[Nota de Esclarecimento] – Essa entrevista retrata a situação de uma época. A partir de 2005 houve um aumento significativo de interesse pelo swing e pela vida liberal, e novas casas de swing foram abertas em todo o Brasil, o que facilitou bastante conhecer novos casais e pessoas de mente liberal.
18 – O que a sua cidade oferece aos casais praticantes de swing? Nas suas opiniões, qual a melhor dica?
Leon – Aqui na cidade não temos muitos contatos. É quase impossível. As pessoas todas da sociedade se conhecem e fica muito difícil praticar em segredo. Existem alguns swingers, mas nós não conhecemos muitos. Quem souber me avise! (risos)
Danny – E a região é propícia, tem casas deliciosas com piscinas, jardins, sauna, etc… E lugares incríveis para visitar. Mas é difícil para nós.
Leon – Ainda mais quando vamos ganhando evidência e exposição com o nosso trabalho. Não se pode ir a um barzinho sem encontrar conhecidos. A combinação de encontros tem que ser muito discreta e o melhor é acertar tudo via Internet. Só depois de estarmos seguros que se trata de gente confiável se pode marcar um encontro. Tem um casal de uma cidade no Mato Grosso, Barra do Garças, o “SwingGarças”, que faz mais de três anos que a gente se conhece virtualmente, por foto, trocamos mensagens, mas nunca deu certo da gente se encontrar. A vida profissional corrida também atrapalha. Quando der certo um dia, a gente vai passar o endereço da pirâmide onde nossas múmias estarão confinadas. (risos)
Danny – (para Leon) Você pode virar múmia se desejar, mas eu ainda me sinto muito jovem. (para todos) Acho que tudo é uma questão de espírito. Somos joviais, gostamos de dançar, de ter vida saudável, de contato com a natureza, de praticar sexo com desprendimento e sensualidade. Acho que deve ter gente que pense como a gente e que não veja apenas a idade, mas sim, o quanto ainda podemos ser sensuais na intimidade. E a vida está aí para a gente aproveitar. Quem não gosta não sabe o quanto é bom viver e ter prazer.

One response
Parabéns pela entrevista e pelo relato do casal. Faltou foto da bela Danny.
Abraço